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	<title>Animais &#8211; Studio</title>
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		<title>Água para aquários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2018 09:28:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um aquário é um pequeno ecossistema que podemos considerar que está sujeito às mesmas leis dos ecossistemas naturais perfeitos. Contudo, é um ecossistema com mais riscos visto ser um circuito fechado que necessita de uma intervenção cuidada para se conseguir um equilíbrio quase perfeito. É primeira condição ter-se conhecimento exato da concentração de determinadas substâncias ... <a title="Água para aquários" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/agua-para-aquarios/" aria-label="Mais sobre Água para aquários">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um <strong>aquário é um pequeno ecossistema</strong> que podemos considerar que está sujeito às mesmas leis dos ecossistemas naturais perfeitos. Contudo, é um ecossistema com mais riscos visto ser um circuito fechado que necessita de uma intervenção cuidada para se conseguir um equilíbrio quase perfeito.</p>
<p>É primeira condição ter-se conhecimento exato da concentração de determinadas substâncias que são características para os processos químicos que têm lugar na água. A água é um líquido muito especial e cada água natural tem, conforme a proveniência, as suas próprias características individuais. Os dois parâmetros mais importantes que contam para toda a sinfonia de acontecimentos no interior de um aquário, são o PH e a Dureza.</p>
<figure id="attachment_409" aria-describedby="caption-attachment-409" style="width: 290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-409" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/plantas-aquario-300x130.jpg" alt="Plantas para aquários" width="300" height="130" /><figcaption id="caption-attachment-409" class="wp-caption-text">Plantas para aquários</figcaption></figure>
<h2>Tipos de água</h2>
<p>O PH pode ser considerado como um bom indicador do equilíbrio químico e biológico de um aquário. O <strong>PH indica a natureza da água; se é ácida, neutra ou alcalina</strong>. Há fatores físicos, químicos e biológicos que têm influência no PH.</p>
<p>A produção de CO2 por parte <a href="https://www.studio8a.pt/plantas/">das plantas tem interferência no PH</a>; elevadas concentrações de CO2 por reação com a água produzem ácido carbónico, ou seja, acidificam a água, baixando portanto o PH. Á primeira vista o ciclo Luz/Escuridão deverá provocar um carrossel no PH, ora subindo ora descendo, conforme as plantas estão ou não a fazer a fotossíntese, mas na natureza as águas que suportam vida contém em geral um razoável teor em carbonatos e fosfatos.</p>
<p>Estes iões têm uma ação que se designa por tampão e que se traduz por não permitir que o PH sofra bruscas variações, mesmo que haja bruscas variações na concentração de CO2. Com bruscas <strong>variações de acidez na água, fácil é perceber que são agressivas para os peixes</strong>, logo se conclui que a presença dos tais iões com efeito tampão são imprescindíveis.</p>
<h2>Dureza da Água</h2>
<p>A Dureza é normalmente designada por kH ou dH conforme se trate de Dureza em Carbonatos ou de Dureza Total. A Dureza indica o teor de cálcio e magnésio. Esses sais encontram-se na água sob a forma de Carbonatos, Bicarbonatos e num grau muito reduzido de Sulfatos. Quanto maior o teor nestes iões, mais elevada é a Dureza, e quanto menor mais baixa é a Dureza. Na natureza as águas com elevada Dureza têm PH alto e as águas leves ou baixa dureza têm PH baixo. São exemplo de águas leves, as águas de quase toda a bacia do Amazonas. São exemplo de águas duras, as águas dos grandes lagos em África &#8211; Tanganica, Malawi, etc&#8230;</p>
<p>Quando se escolhe a <a href="https://www.studio8a.pt/peixes-de-agua-fria/">população dum aquário</a>, duas opções se podem tomar: ou se monta um aquário dum conjunto de espécies todas oriundas de águas com as mesmas características e então deverá &#8220;fazer-se&#8221;, ou seja, reproduzir em todos os seus parâmetros essas águas, tirando-se o máximo partido desses peixes &#8211; Biótopo. Ou se <a href="https://www.studio8a.pt/aquario/">monta um aquário comunitário</a> e então dever-se-á preparar uma água que seja no PH e na Dureza, uma água de compromisso para todas as espécies. Essa água deverá ter um PH neutro, ou seja, nem ácida nem alcalina, o que significa um valor à volta de 7 e no que respeita à Dureza um valor de 150 mg/l de Carbonato de Cálcio &#8211; CaCO3.</p>
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		<title>Lista dos 10 melhores peixes de água fria para aquários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2018 12:03:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao contrário dos peixes tropicais, os peixes de água fria são mais fáceis de cuidar, já que não exigem uma temperatura específica no aquário. Eles podem viver em habitats entre 16 e 24°C e são bastante resistentes a doenças. Seus corpos são arredondados, com barbatanas simples ou duplas, que podem ser mais ou menos curtas ... <a title="Lista dos 10 melhores peixes de água fria para aquários" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/peixes-de-agua-fria/" aria-label="Mais sobre Lista dos 10 melhores peixes de água fria para aquários">Ler mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário dos <a href="https://www.studio8a.pt/peixes-agua-doce/">peixes tropicais</a>, os peixes de água fria são mais fáceis de cuidar, já que não exigem uma temperatura específica no aquário. Eles podem viver em habitats entre 16 e 24°C e são bastante resistentes a doenças.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1483" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Lista-dos-10-melhores-peixes-de-agua-fria.png" alt="Lista dos 10 melhores peixes de agua fria" width="800" height="452"></p>
<p>Seus corpos são arredondados, com barbatanas simples ou duplas, que podem ser mais ou menos curtas dependendo da espécie do peixe. As cores predominantes nesse tipo de peixe são laranja, vermelho, branco e preto.</p>
<p>Estes tipos de peixes são geralmente muito calmos e possuem movimentos lentos, o que transmite muita paz e tranquilidade a um aquário.</p>
<h2>Quais cuidados precisam os peixes de água fria?</h2>
<p>A fim de manter os peixes de água fria saudáveis, é muito importante que seja oferecido os cuidados básicos, que são:</p>
<h3>Alimentação</h3>
<p>Embora não sejam seletivos nos alimentos oferecidos, consomem grandes quantidades de alimentos. Portanto, é aconselhável dar 2 ou 3 vezes por dia, a quantidade de comida que pode ser consumida de acordo com seu tamanho.<br>
Recomendamos que você use um alimento específico para peixes de água fria, uma vez que sua composição de alimentos é 80% ou 90% vegetal.</p>
<h3>Manutenção de aquário</h3>
<p>A <a href="https://www.studio8a.pt/manutencao-natural-aquario/">manutenção do aquário</a> é muito importante para a saúde dos peixes. A principal vantagem na manutenção de peixes de água fria é que a temperatura da água não é um problema. Em vez disso, é preciso dar atenção especial ao filtro, que é um componente essencial a um aquário.</p>
<p>O filtro deve estar em um local adequado e deve fornecer a qualidade e a pureza da água necessária. Para a manutenção do aquário você deve trocar pelo menos 25% da água a cada duas semanas. A água deve sempre ter um pH de 7.</p>
<p>É aconselhável colocar pedras especiais no fundo, que devem ser removidas de tempos em tempos para limpá-las. Quanto aos ornamentos em tanques de peixes, recomenda-se limpá-los com água fervida antes de introduzi-los.</p>
<p>Uma coisa que pode embelezar o aquário e entreter os peixes são os objetos decorativos. Existem muitos tipos: areias coloridas, troncos, rochas, raízes, plantas sintéticas ou naturais, navios afundados ou aviões.</p>
<p>Confira os 10 melhores peixes de água fria e suas principais características e curiosidades.</p>
<h4>1. Néon Chinês</h4>
<p>Ele é originalmente de Hong Kong, especificamente das montanhas Baiyun. É pequeno, mede no máximo 6 centímetros e tem cores brilhantes e marcantes em tons de verde, amarelo, vermelho e rosa.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Neon-Chines.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-1471" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Neon-Chines-300x116.jpg" alt="Photo de um Néon Chinês" width="300" height="116"></a>Ele geralmente vive em grupos de mais de sete indivíduos da mesma espécie e se dá bem com peixinhos dourados. É fácil de cuidar, geralmente não fica doente e come pouco; no entanto, não devemos esquecer de cobrir o aquário porque a espécie tem tendência a pular para fora da água.</p>
<h4>2. Barbo Rosado</h4>
<p>Este é um dos peixes mais comuns encontrados em lojas de aquários. Seu nome científico é Puntius conchonius e é nativo do Afeganistão, Paquistão, Índia, Nepal, Bangladesh e Birmânia. É um peixe bastante resistente, suportando temperaturas entre 17 e 25° C. Quando atinge a idade adulta, chega a medir 14 centímetros de comprimento.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Barbo-Rosado.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-1478" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Barbo-Rosado-300x148.jpg" alt="Photo do Barbo Rosado" width="300" height="148"></a></p>
<h4>3. Olhos de bolha</h4>
<p>Esse peixe também é asiático, mas exatamente da China e seu parente mais direto é o peixe dourado, com quem ele pode se dar muito bem, mesmo que seja bastante solitário. Uma das principais características dos &#8220;olhos de bolha&#8221; é que em torno deles apresenta uma espécie de sacos ou balões, que sempre estão cheias de líquido. Não deve ser colocado com outros peixes para evitar agressão e também não é recomendado que o aquário esteja cheio de ornamentos para evitar ferimentos.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Olhos-de-bolha.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-1472" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Olhos-de-bolha-300x165.jpg" alt="Photo de um Olhos de bolha" width="300" height="165"></a></p>
<h4>4. Peixe Dourado</h4>
<p>É o mais popular entre os peixes de água fria, sendo vendido no mundo todo. É originalmente do leste da Ásia e requer muito oxigênio e muito espaço, por isso é aconselhável colocá-lo em tanques ou aquários grandes.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Peixe-Dourado.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-1474" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Peixe-Dourado-300x225.jpg" alt="Photo do peixe Dourado" width="300" height="225"></a></p>
<p>É caracterizado por ter um corpo alongado e tem uma única barbatana caudal, suas cores geralmente variam entre vermelho, amarelo e prata. Na verdade, ele é conhecido por sobreviver em águas de temperaturas consideravelmente baixas e sua expectativa de vida é de 6 a 8 anos.</p>
<h4>5. Peixe Koi</h4>
<p>O Peixe Koi é um dos peixes mais apreciados no mundo. Também é nativo da China, embora ele habite todos os mares, exceto no frio dos pólos. É parente da carpa comum e pode crescer até 70 centímetros.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Peixe-Koi.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-1475" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Peixe-Koi-300x200.jpg" alt="Photo do Peixe Koi" width="300" height="200"></a></p>
<p>Para manter este peixe no aquário, a temperatura deve ser mantida por cerca de 20ºC, embora resista a outras temperaturas.</p>
<h4>6. Coridora Pimenta</h4>
<p>A Coridora Pimenta, conhecida cientificamente pelo nome de Corydoras paleatus, tolera diferentes qualidades de água. É nativa da área subtropical da América do Sul, especificamente nos rios da Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai e cresce até 14 centímetros.<br>
<a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Coridora-Pimenta.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-1470" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Coridora-Pimenta-300x185.jpg" alt="Coridora Pimenta" width="300" height="185"></a></p>
<h4>7. Peixe Mosquito</h4>
<p>Este peixe do gênero Gambusia, é muito resistente, tanto que ele pode sobreviver tanto em águas mornas como frias. A espécie é nativa dos rios da maior parte do mundo, incluindo a Europa, Ásia e África. Além disso, ele pode ser mantido em aquários pequenos ou médios, uma vez que cresce até 14 centímetros, mas é necessário que saibamos que este peixe é carnívoro e pode comer os filhotes de outras espécies.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Peixe-Mosquito.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-1476" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Peixe-Mosquito-300x173.jpg" alt="Photo do Peixe Mosquito" width="300" height="173"></a></p>
<h4>8. Betta splendens</h4>
<p>Conhecido por seu caráter forte e agressivo, o peixe Betta é muito pequeno (menos de 10 cm de comprimento) possui cores sempre opacas. Adapta-se perfeitamente em águas muito frias e reproduz facilmente. Recomenda-se que os peixes dessa espécie vivam em grupos de pelo menos um homem a cada três mulheres; Você não pode colocar dois machos juntos porque eles vão lutar até a morte.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Betta-splendens.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-1469" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Betta-splendens-300x240.jpg" alt="Photo do Betta splendens" width="300" height="240"></a></p>
<h4>9. Perca-sol</h4>
<p>Este é um dos peixes que se destaca pelas suas cores bonitas, mas também pela sua adaptabilidade, suportando de 4ºC a 22ºC. Seu nome científico é pumpkinseed e é nativo da América do Norte, mas também pode ser encontrado na África e na Europa. É um animal carnívoro, por isso não é aconselhável colocá-lo com outras espécies de peixes. Machos adultos podem crescer até 20 centímetros.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Perca-sol.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-1477" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Perca-sol-300x140.jpg" alt="Photo do Perca-sol" width="300" height="140"></a></p>
<h4>10. Peixe telescópio</h4>
<p>Este peixe tem um aspecto único, seus olhos esbugalhados projetam-se do corpo. Seu corpo é redondo e curto, não é um peixe grande. Também destaca sua grande barbatana caudal com pontas arredondadas. Uma curiosidade é que, apesar de ser chamado de telescópio, sua visão é limitada e pode ser perdida ao longo dos anos. Sua vida média é de 6 a 10 anos.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Peixe-telescópio.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-1473" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2018/09/Peixe-telescópio-300x165.jpg" alt="Photo do Peixe telescópio" width="300" height="165"></a></p>


<div class="schema-faq wp-block-yoast-faq-block"><div class="schema-faq-section"><strong class="schema-faq-question">Qual e a temperatura ideal para peixes de agua fria?</strong> <p class="schema-faq-answer">A temperatura ideal para os peixes de água fria oscila entre os 16 e os 24ºC. </p> </div> </div>
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		<title>Aves migradoras: vantagens de passar o Inverno em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2017 14:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ave migradora maçarico-de-bico-direito islandês (Limosa limosa islandica) que no Inverno viaja do norte da Europa para sul, encontra na costa portuguesa as condições ideais para a temporada. Num estudo realizado ao longo de dez anos por uma equipa internacional de investigadores de várias instituições (Universidade de East Anglia, Universidade de Cambridge, Universidade da Islândia), ... <a title="Aves migradoras: vantagens de passar o Inverno em Portugal" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/aves-migradoras-vantagens-passar-inverno-portugal/" aria-label="Mais sobre Aves migradoras: vantagens de passar o Inverno em Portugal">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ave migradora maçarico-de-bico-direito islandês (Limosa limosa islandica) que no Inverno viaja do norte da Europa para sul, encontra na costa portuguesa as condições ideais para a temporada.</p>
<p>Num estudo realizado ao longo de dez anos por uma equipa internacional de investigadores de várias instituições (Universidade de East Anglia, Universidade de Cambridge, Universidade da Islândia), revela-se que Portugal pode ser um destino muito benéfico para esta e outras aves migradoras.</p>
<p><figure id="attachment_787" aria-describedby="caption-attachment-787" style="width: 390px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2017/10/macarico-bico-direiro.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-787" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2017/10/macarico-bico-direiro.jpg" alt="maçarico-de-bico-direito islandês (Limosa limosa islandica)" width="400" height="216" /></a><figcaption id="caption-attachment-787" class="wp-caption-text">Maçarico-de-bico-direito islandês (Limosa limosa islandica)</figcaption></figure></p>
<p>O artigo, agora publicado na revista «Ecology», quantifica pela primeira vez os custos e benefícios para aves limícolas que passam a época não reprodutora em distintos locais da sua área de distribuição.</p>
<p>Durante a época não reprodutora (o Inverno, no hemisfério norte) milhares de aves descolam-se para latitudes mais a sul procurando ambientes amenos enquanto as suas áreas de reprodução são fustigadas por invernos rigorosos.</p>
<p>Este é o caso do <strong>maçarico-de-bico-direito Islandês que todos os anos deixa a sua Islândia natal para passar o Inverno nas zonas costeiras da Europa Ocidental</strong>, entre as Ilhas Britânicas e a Península Ibérica. Os investigadores da East Anglia estudam a ecologia e migração desta espécie desde 1995, marcando indivíduos com uma combinação única de anilhas de cor nas suas longas patas.</p>
<p>Este programa de monitorização conta com a contribuição de centenas de observadores ao longo da rota migratória que regularmente observam e enviam registos destas aves aos investigadores. Estudos recentes liderados por José Alves (Universidade de East Anglia), analisam as consequências para os indivíduos desta população que fazem a migração mais longa, de Islândia para Portugal.</p>
<p>Neste trabalho constatou-se que apesar de necessitarem de uma paragem migratória para reabastecer durante a migração pré-nupcial, estas aves são capazes de ultrapassar os indivíduos que invernam nas ilhas Britânicas e chegar a Islândia em primeiro lugar, podendo, assim, obter uma vantagem no momento de escolher os territórios e parceiros para se reproduzirem.</p>
<p>Este trabalho foi publicado na revista «OIKOS», em 2012, e demonstrou, pela primeira vez, que indivíduos que invernam mais próximo das áreas de reprodução nem sempre adquirem benefícios.</p>
<p><figure id="attachment_786" aria-describedby="caption-attachment-786" style="width: 340px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2017/10/macarico.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-786" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2017/10/macarico.jpg" alt="" width="350" height="234" /></a><figcaption id="caption-attachment-786" class="wp-caption-text">As aves foram estudadas durante dez anos</figcaption></figure></p>
<p>Na sequência destes resultados importava perceber quais as razões para tal capacidade. Assim, esta equipa mediu vários parâmetros de qualidade do habitat usado por esta aves no Inverno: abundância de alimento (invertebrados bentónicos), taxas de alimentação e custos associados com o clima local (termo-regulação), em três grandes áreas de invernada que cobrem toda a área de distribuição desta população: sul da Irlanda, este de Inglaterra e centro-oeste de Portugal (estuários dos rios Tejo e Sado).</p>
<p>Os resultados agora publicados indicam que as aves que invernam em Portugal encontram custos energéticos muito baixos e alimento em abundância, demonstrando níveis de sobrevivência muito altos apesar do seu período migratório ser mais longo do que para os restantes indivíduos desta população.</p>
<p>Além disso, comprovou-se que estas aves ocupam zonas de alta qualidade nas áreas de reprodução na Islândia obtendo assim um maior sucesso reprodutor do que outros indivíduos. Estes estudos vieram demonstrar a importância em perceber a dinâmica populacional das aves migradoras e a sua capacidade de responder a alterações ambientais, como por exemplo o aquecimento global, uma vez que vários factores ambientais influenciam a sua sobrevivência e sucesso reprodutor.</p>
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		<title>Formigas são preguiçosas quando isoladas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2016 12:02:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A entomologista Danielle Mersch, da Universidade de Lausanne (Suíça), publicou um artigo na «Science» sobre a sociologia das formigas, onde relata que estas, quando se encontram isoladas, são, na verdade, preguiçosas. “Teríamos de reescrever a fábula do La Fontaine”, brinca a investigadora. Danielle Mersch e a sua equipa usaram uma técnica minuciosa para estudar a ... <a title="Formigas são preguiçosas quando isoladas" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/formigas-sao-preguicosas-isoladas/" aria-label="Mais sobre Formigas são preguiçosas quando isoladas">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A entomologista <a href="http://www.unil.ch/dee/page32301_en.html#1" target="_blank" rel="noopener">Danielle Mersch</a>, da Universidade de Lausanne (Suíça), publicou um artigo na «Science» sobre a sociologia das formigas, onde relata que estas, quando se encontram isoladas, são, na verdade, preguiçosas. “Teríamos de reescrever a fábula do La Fontaine”, brinca a investigadora.</p>
<p>Danielle Mersch e a sua equipa usaram uma técnica minuciosa para estudar a organização de uma espécie conhecida como a ‘formiga doceira’ (Camponotus fellah), que apresenta como vantagem para o estudo o facto de criarem pequenas colónias, de não hibernarem e de terem rainhas de fácil captura.</p>
<p>Cada um dos pequenos seres foi marcado com um código de barras em 2D (QR code) e colocado numa superfície de plasticina num espaço frio, para que se mantenham imóveis. As formigas receberam ainda um código colorido que representava a idade, em semanas.</p>
<p>Ao todo, foram estudadas seis colónias de centenas de insectos durante 41 dias a fio. O formigueiro estava numa caixa de 26 centímetros, num espaço escuro e ligado por um túnel a outra caixa com a mesma dimensão, onde os investigadores reproduziram em alternância dias e noites e onde colocaram alimentos, de forma a simular o ambiente do exterior.</p>
<p>Entretanto, as duas caixas eram filmadas e vigiadas 24 horas por dia por um programa de análise que detectava a posição dos códigos. Segundo Alessandro Crespi, investigador a cargo do desenvolvimento da tecnologia informática, quando um dos animais se encontrava face a face com uma das suas congéneres e a uma distância em que as suas antenas eram susceptíveis de se tocar, estima-se que entravam em comunicação.</p>
<p>Tendo em conta a inactividade de algumas, a equipa conseguiu dividi-las em três grupos – as jovens, que ficam no formigueiro e se ocupam dos ovos e das larvas; as domésticas multitarefas, que gerem os dejectos e restos da colónia, etc. e as mais velhas que tratam de arranjar alimentos no exterior. Ou seja, “as formigas organizam-se segundo necessidades colectivas” e as reticências que algumas têm em desempenhar determinadas tarefas são mais ou menos importantes segundo a idade, mas não definitivas.</p>
<p>O sistema de organização desta espécie permite estabelecer o tempo necessário para que uma informação rode a colónia.</p>
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		<title>Ave LORIES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2015 10:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Possuir Lories é de certo um deleite para quem gosta de Psitacídeos. Os Lóris são aves muito ativas, curiosas, sociáveis e de cores maravilhosas. Estas aves poderão ser mantidas em aviários de exterior pois no fim de habituadas suportam bem as temperaturas dos nossos invernos normais. Não esquecer de colocar a sua disposição uma caixa ... <a title="Ave LORIES" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/loris/" aria-label="Mais sobre Ave LORIES">Ler mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Possuir Lories é de certo um deleite para quem gosta de Psitacídeos. Os Lóris são aves muito ativas, curiosas, sociáveis e de cores maravilhosas.</p>
<p>Estas aves poderão ser mantidas em aviários de exterior pois no fim de habituadas <strong>suportam bem as temperaturas dos nossos invernos normais</strong>.</p>
<p>Não esquecer de colocar a sua disposição uma caixa para o ninho, pois gostam de dormir dentro deles e assim podem ficar mais abrigados nas noites frias de inverno.</p>
<p>A <a href="https://www.studio8a.pt/cuidar-ave-de-estimacao/">alimentação</a> dos Lories é constituída diariamente por papa especial para Loris, fruta, verduras, leguminosas e vegetais.</p>
<p>Na maioria dos Lories as plumagens do macho e da fêmea são idênticas. A maior parte dos Lories são bons pais e as suas posturas normais são de 2 ovos na maioria das espécies. A incubação dura normalmente de 22 a 26 dias.</p>
<p>A maioria dos criadores retira os filhotes recem nascidos para serem criados à mão, ficando assim uns excelentes animais de estimação.</p>
<h2>Tipos de Loris e fotos</h2>
<p><strong>CHALCOPSITTA D. DUIVENBODEI</strong><br />
<strong> LORY DUVENBODE</strong></p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/duivenbodei.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-577 size-thumbnail" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/duivenbodei-150x150.jpg" alt="duivenbodei" width="150" height="150" /></a><br />
Envergadura: 31 cm<br />
Determinação do sexo: necessária determinação cientifica<br />
Distribuição: Nova Guiné e Papua Nova Guiné</p>
<p><strong>LORIUS GARRULLUS FLAVOPALLIATUS</strong><br />
<strong> LORIE DE DORSO AMARELO</strong></p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/garrulus-flavopalliatus.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-578 size-thumbnail" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/garrulus-flavopalliatus-150x150.jpg" alt="garrulus flavopalliatus" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Envergadura: 30cm<br />
Determinação do sexo: necessária determinação cientifica<br />
Distribuição: Ilhas de Batjan e Obi</p>
<p><strong>CHALCOPSITTA ATRA</strong><br />
<strong> LORIE PRETO ATRA</strong></p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/atra.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-579 size-thumbnail" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/atra-150x150.jpg" alt="atra" width="150" height="150" /></a><br />
Envergadura: 32cm<br />
DEterminação do sexo: necessária determinação cientifica<br />
Distribuição: Nova Guiné, ilhas Salawati e Batanta</p>
<p><strong>TRICHOGLOSSUS H. HAEMATODUS</strong><br />
<strong>LORY ARCO IRIS</strong></p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/lory-arco-iris.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-580 size-thumbnail" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/lory-arco-iris-150x150.jpg" alt="lory arco iris" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Envergadura: 26cm<br />
Determinação do sexo: necessária determinação cientifica<br />
Destribuição:Buru, Amboina, Ilhas Goram e Nova Guiné</p>
<p><strong>PSEUDEOS FUSCATA</strong><br />
<strong>LORIE FUSCATA</strong></p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/fuscata.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-581 size-thumbnail" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/fuscata-150x150.jpg" alt="fuscata" width="150" height="150" /></a><br />
Envergadura: 25cm<br />
Determinação do sexo: necessária determinação cientifica<br />
Distribuição: Nova Guiné</p>
<p><strong>TRICHOGLOSSUS F: FLAVIRIDIS</strong><br />
<strong>LORIE AMARELO E VERDE</strong></p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/flavoviridis.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-582 size-thumbnail" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/flavoviridis-150x150.jpg" alt="flavoviridis" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Envergadura: 21cm<br />
DEterminação do sexo: necessária determinação cientifica<br />
Distribuição: Ilhas Sula e Indonesia</p>
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		<title>Como cuidar da sua ave de estimação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2015 10:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aqui vamos tentar dar algumas dicas de como cuidar da sua ave. Alimentação e Alojamento Alimentação de uma ave Alimentar corretamente as suas aves e meio caminho para que se encontrem saudáveis, mas pode também ser mais complicado do que parece. Pode pensar-se que as sementes compradas em qualquer super mercado ou loja de animais ... <a title="Como cuidar da sua ave de estimação?" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/cuidar-ave-de-estimacao/" aria-label="Mais sobre Como cuidar da sua ave de estimação?">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui vamos tentar dar algumas dicas de como cuidar da sua ave.</p>
<h2>Alimentação e Alojamento</h2>
<h3>Alimentação de uma ave</h3>
<p>Alimentar corretamente as suas aves e meio caminho para que se encontrem saudáveis, mas pode também ser mais complicado do que parece. Pode pensar-se que as sementes compradas em qualquer super mercado ou loja de animais satisfazem completamente as necessidades das aves, errado, as aves em liberdade comem muito mais do que sementes, assim compreendemos que <strong>só sementes não satisfazem por completo as necessidades das suas aves</strong>.</p>
<p>Para as aves Granívoras (as que vivem essencialmente de sementes) devemos também por ao seu dispor <strong>fruta e verdura pois contêm uma importante quantidade de nutrientes</strong> necessários ao seu bem-estar, mas atenção o seu excesso pode trazer alguns problemas como a diarreia, a verdura por exemplo pode ser fornecida sempre fresca e em pequenas quantidades.<br />
Devemos também proporcionar as aves principalmente na época de gestação as aves gostam de insetos e derivados de ovos de vez em quando. Os alimentos derivados de ovos podem ser encontrados em qualquer loja da especialidade em forma de papa.<br />
Para aves insetívoras poderá adquirir vários tipos de alimentos já preparados tais como granulados, papas à base de fruta não esquecer que estas aves necessitam de insetos vivos e também verdura.</p>
<h4>Frutos e verduras</h4>
<p>Exemplos de diversos tipos de frutos e verdura que poderá dar à sua ave: maçãs todas as variedades doces, peras, banana, uvas, laranjas, tangerinas, tâmaras, alperces, papaias, figos, ananás, passas, espigas de milho, cenoura, espinafre, alface, tomates, alfafa estas as mais populares.</p>
<p>Atenção nunca dê abacate as suas aves pois são venenosos para uma grande quantidade delas.</p>
<h4>Alimento vivo</h4>
<p>Poderá fornecer as suas aves também alimentos vivos tais como bichos da farinha, vermes de Búfalo, pastas de insetos grilos, gafanhotos larvas de mosquito, pulgas de água entre outros.</p>
<h4>Cálcio, Vitaminas e minerais</h4>
<p>Mesmo proporcionando as suas aves uma alimentação variada podem surgir carências para que isso não aconteça devemos por a sua disposição, blocos de cálcio, casca de ostra, grite, por vezes podemos também fornecer algumas vitaminas em liquido.</p>
<h3>Alojamento</h3>
<p>Poderá alojar as suas tanto em gaiolas como em viveiros, as <strong>gaiolas ao contrario dos viveiros não permitem tanta liberdade</strong> para as aves poderem voar e fazer algum exercício, mas também não e menos verdade que certos tipos de aves não podem estar misturados com outros (não se vai juntar num viveiro uma arara com um bando de mandarins ou mesmo periquitos), eu Pessoalmente penso que se o nosso objetivo for fazer criação então o melhor e alojar os casais em gaiolas separadas, pois assim podemos ter um maior controle na criação, mas também não é menos verdade que algumas espécies criam melhor em grupos como é o caso dos Agapornis e as catarinas entre outros mas pelo contrario há espécies muito agressivas na época da criação por isso têm de ser mesmo alojadas em gaiolas separadas como é o caso das roselas.</p>
<p>Se a sua escolha for um viveiro então deverá ter atenção aos seguintes pontos: Um viveiro deverá estar sempre num local abrigado, virado para sudeste ou sudoeste é necessário construir também um abrigo noturno para proteger as aves dos dias mais frios e também da chuva e geada, aconselho também a ter duas portas com uma zona de segurança entre elas, a estrutura deverá ser robusta é melhor utilizar uma base de tijolo ou pedra, a rede isso vai depender do tipo de aves que quer instalar no viveiro se forem aves de pequeno porte então uma rede fina bastará, se pelo contrario esta a pensar em aves de maior porte tipo psitacídeos australianos então deverá ser uma rede robusta.</p>
<p>Os poleiros evitem fazer os poleiros com madeira podre pois pode estar contaminada com fungos prejudiciais as aves, não esquecer também dos recipientes de água e comida esta devem ser feitos num material lavável para facilitar a sua limpeza que tem de se regular, o chão do viveiro deverá ser de cimento para evitar o acesso de roedores aos aviários para facilitar a limpeza.</p>
<h2>Doenças</h2>
<h3>Tipo de doenças</h3>
<p>Algumas bactérias, como a escherichia coli, podem dar origem a problemas digestivos, nomeadamente a enterite, antes de se espalharem pela corrente sanguínea e afetarem outros órgãos, uma boa higiene é essencial para evitar a disseminação das doenças entéricas; a coli encontra-se frequentemente no ar e pode se disseminada através das mãos sujas. As fezes do animal afetado mudam de consistência e o animal na fase final da infeção perde o apetite.</p>
<h4>Salmonelose e Yersiniose</h4>
<p>Duas das doenças mais graves, a salmonelose e yersiniose , as aves podem ser infetadas através dos roedores, estas doenças provocam geralmente um elevado numero de vítimas mortais nas aves. A bactéria da salmonela provoca frequentemente fezes ensanguentadas e a yersiniose pode provocar morte súbita ou uma doença mais prolongada durante a qual a ave perde peso e fica cada vez mais deprimida. Raramente o tratamento é eficaz, em grande parte devido aos danos provocados por estas bactérias no fígado do animal. A yersiniose pode ser facilmente diagnosticada durante a autópsia porque dá origem ao aparecimento de manchas brancas no fígado muito parecidas com as provocadas pela tuberculose de aviário. Por esta razão a yersiniose é também conhecida por pseudotuberculose.</p>
<h4>Psitacose ou Ornitose</h4>
<p><strong>Esta doença extremamente contagiosa</strong>, tem efetivamente dois nomes. Como foi descoberta em primeiro lugar nos psitacídeos, a denominação adquiriu a raiz morfológica &#8220;psitac&#8221;. Mais tarde verificou-se que ela existia também nas outras aves daí o nome de Ornitose. Esta doença e vulgar nos papagaios trazidos dos países de origem, por isso se devem ter muito cuidado com as importações.</p>
<p>Os sintomas gerais, são os vómitos e os excrementos aquaosos de cor cinzenta esverdeada, ou por vezes verde escura. A ave agacha-se com as penas eriçadas, em tufo. Num estado já muito adiantado, o mal atinge o sistema nervoso e ela não consegue segurar-se no poleiro acabando por morrer, o período de incubação varia entre 5 dias a 3 meses.</p>
<p>O único tratamento possível é à base de antibióticos mas em regra as aves acabam por morrer. Resta acrescentar que a psitacose está hoje praticamente debelada em grande parte devido às novas leis de importação sem obrigatório por lei fazer quarentena às aves.</p>
<h4>Doenças do aparelho respiratório</h4>
<p>As doenças mais vulgares são a constipação e o catarro. A primeira reconhece-se pela dificuldade que a ave tem em respirar e ao mesmo tempo apresenta as aberturas nasais obstruídas . No catarro pelo contrário a respiração é rápida. São normalmente doenças causadas por um resfriamento, pois as aves tropicais não suportam uma queda de temperatura.</p>
<p>O tratamento consiste em colocar a ave numa gaiola separada a uma temperatura de 35-40ºC, a alimentação deve ser rica em vitaminas se for preciso convém limpar os orifícios nasais. Logo que a ave mostre melhoras procede-se ao abaixamento gradual da temperatura até atingir a temperatura ambiente, apenas em casos já muitos adiantados e necessário o uso de antibióticos.</p>
<h4>Doenças do aparelho digestivo</h4>
<p>Os chamados <strong>desarranjos intestinais são normalmente caracterizados por diarreia aquosa ou com mucos</strong>, de cor cinzenta ou cinzenta acastanhada, alem disso as penas em redor da cloaca ficam bastante sujas e a pela nessa mesma zona apresenta-se avermelhada. A ave tem também vómitos e encolhe-se a um canto com as penas eriçadas.</p>
<p>As causas são devido à má alimentação (sementes sujas) e na água igualmente suja ou extremamente fria, embora a doença possa aparecer também como resultado de um resfriamento.</p>
<p>O tratamento consiste em isolar a ave numa gaiola aquecida e na administração de antibióticos. É também aconselhável que a ave não coma verduras e em vez de água coloca-se no bebedouro chá de camomila.<br />
As aves podem ainda ser atacadas de prisão de ventre, neste caso dá-se à ave alimento verde e com auxílio de um conta-gotas abriga-se a beber uma gota de azeite.</p>
<h4>Conjuntivite</h4>
<p>Trata-se de uma inflamação nos olhos devido à falta de higiene ou às poeiras existentes no aviário.<br />
O tratamento consiste na aplicação de gotas oftálmicas pelo menos duas ou três vezes ao dia, durante duas semanas.</p>
<h4>Dificuldade na postura dos ovos</h4>
<p>Embora não se trate de uma doença, a dificuldade em expulsar os ovos pode ser devido a vários fatores, entre os quais o tempo frio e por falta de substâncias minerais. Quando acontece a fêmea encontra-se agachada com as penas eriçadas e fazendo pequenos movimentos com o corpo como que a tentar expulsar o ovo. A melhor forma de auxiliar é mudar a fêmea para um ambiente aquecido pegando nela com todo o cuidado e depois segurando-a por cima de uma cafeteira com água a ferver de modo que o vapor de água atinja toda a parte inferior do corpo, normalmente nessa altura produz-se uma dilatação da cloaca e a ave chega a pôr o ovo naquele mesmo instante.<br />
Nos casos mais graves e necessário colocar uma gota de azeite no interior da cloaca e muda-se a ave para um ambiente húmido e ligeiramente aquecido.</p>
<h3>As causas das doenças</h3>
<p>Primeiro que tudo temos de saber distinguir as doenças patológicas das fisiológicas.</p>
<p>As causas das <strong>doenças fisiológicas são normalmente questões ambientais, alimentação incorreta, mau alojamento</strong> e falta de limpeza enquanto as patológicas são causadas por agentes patogénicos. Como é normal não podem ser combatidas de modo igual.</p>
<h3>Os tratamentos</h3>
<p>Existem dois tipos de tratamentos os preventivos que consistem em dar às aves vitaminas para completar a sua alimentação e prevenir doenças.</p>
<p>Os curativos devem ser administrados unicamente em aves doentes, são normalmente tratamentos à base de antibióticos e não é necessário submeter as aves saudáveis as estes tratamentos que por vezes são extremamente duros.</p>
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		<item>
		<title>Uma foca propulsada a mais de 20 metros de altura por uma orca</title>
		<link>https://www.studio8a.pt/orca-foca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2015 14:33:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao largo da costa de Victoria, no Canadá, alguém estava a filmar várias orcas quando uma delas enviou uma foca a 24 metros de altura. A cena mostra uma orca de 20 anos de idade que se chama T69C. A orca T69C tem uma técnica muito especial para caçar. De fato, durante a sequência, o ... <a title="Uma foca propulsada a mais de 20 metros de altura por uma orca" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/orca-foca/" aria-label="Mais sobre Uma foca propulsada a mais de 20 metros de altura por uma orca">Ler mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao largo da costa de Victoria, no Canadá, alguém estava a filmar várias orcas quando uma delas enviou <strong>uma foca a 24 metros de altura</strong>.</p>
<p>A cena mostra uma orca de 20 anos de idade que se chama T69C. A orca T69C tem uma técnica muito especial para caçar. De fato, durante a sequência, o mamífero marinho vai usar a sua cauda para lançar a foca a mais de 20 metros de altura para que este ultimo morresse quando aterrasse na agua.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.studio8a.pt/orca-foca/">Uma foca propulsada a mais de 20 metros de altura por uma orca</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.studio8a.pt">Studio</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Animais em vias de extinção</title>
		<link>https://www.studio8a.pt/animais-em-vias-de-extincao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2015 10:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lista dos animais em vias de extinção no mundo. O Pinguim Imperador Altura : 112 &#8211; 115 cm Peso : 8 &#8211; 46 Kg para o macho (após o jejum invernal pode baixar para 22 Kg) / 28 &#8211; 32 Kg para a fêmea Habitat e Distribuição : Marinho e pelágico em Águas do Antártico; ... <a title="Animais em vias de extinção" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/animais-em-vias-de-extincao/" aria-label="Mais sobre Animais em vias de extinção">Ler mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lista dos animais em vias de extinção no mundo.</p>
<h2>O Pinguim Imperador</h2>
<p>Altura : 112 &#8211; 115 cm<br />
Peso : 8 &#8211; 46 Kg para o macho (após o jejum invernal pode baixar para 22 Kg) / 28 &#8211; 32 Kg para a fêmea<br />
Habitat e Distribuição : Marinho e pelágico em Águas do Antártico; reprodução na banquisa costeira.<br />
Alimentação : Peixes nototenídeos, crustáceos e eufausiáceos e moluscos cefalópodes.<br />
Longevidade : Superior a 20 Anos.<br />
Reprodução : As fêmeas põem um só ovo, que é incubado pelo macho durante 62 &#8211; 66 dias.<br />
Familia : Esfeniscídeos<br />
Ordem : Esfenisciformes</p>
<p>Fotografia :</p>
<p><figure id="attachment_366" aria-describedby="caption-attachment-366" style="width: 183px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/Pinguim-Imperador.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-366" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/Pinguim-Imperador-228x300.jpg" alt="Pinguim Imperador" width="193" height="253" /></a><figcaption id="caption-attachment-366" class="wp-caption-text">Foto do Pinguim Imperador</figcaption></figure></p>
<p>Em azul as Áreas de reprodução do Pinguim Imperador :</p>
<p><figure id="attachment_365" aria-describedby="caption-attachment-365" style="width: 290px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/Paises-pinguim-imperador.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-365" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/Paises-pinguim-imperador-300x253.jpg" alt=" Países onde vive o Pinguim Imperador" width="300" height="253" /></a><figcaption id="caption-attachment-365" class="wp-caption-text"><br />Países onde vive o Pinguim Imperador</figcaption></figure></p>
<h2>O Elefante</h2>
<p>Altura : De 1,8 a 4 m ao garrote<br />
Peso : Entre 2300 e 6300 Kg.<br />
Habitat e Distribuição : Florestas e savanas de África e do Sudeste asiático.<br />
Alimentação : Raízes, Frutos, folhas, ervas e por vezes, cascas de árvores.<br />
Longevidade : Entre 60 e 70 anos em liberdade e mais de 80 em cativeiro.<br />
Reprodução : Em geral, uma cria, após um período de gestação de 18 a 22 meses.<br />
Familia : Elefantídeos<br />
Ordem : Proboscídeos</p>
<p>Fotografia :</p>
<p><figure id="attachment_374" aria-describedby="caption-attachment-374" style="width: 141px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/elefante.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-374" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/elefante-151x300.jpg" alt="Foto de um Elefante" width="151" height="300" /></a><figcaption id="caption-attachment-374" class="wp-caption-text">Foto de um Elefante</figcaption></figure></p>
<p>Áreas : África e Ásia</p>
<p><figure id="attachment_375" aria-describedby="caption-attachment-375" style="width: 290px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/areas-elefante.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-375" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/areas-elefante-300x164.jpg" alt="Áreas onde vivem os elefantes" width="300" height="164" /></a><figcaption id="caption-attachment-375" class="wp-caption-text">Áreas onde vivem os elefantes</figcaption></figure></p>
<h2>O Tigre de Bengala</h2>
<p>Comprimento : Macho: 145 &#8211; 215 cm / Fêmea: 145 &#8211; 185 cm<br />
Peso : Macho de 150 a 260 Kg / Fêmea de 100 a 160 Kg<br />
Habitat e Distribuição : Florestas húmidas, savanas, mangais, canaviais de terai e bosques de montanha do subcontinente Indiano.<br />
Alimentação : Cervídeos, bovídeos e pequenos mamíferos. Peixes, tartarugas e gaviais.<br />
Longevidade : De 14 a 16 anos; longevidade, 20 anos.<br />
Reprodução : Duas crias em média.<br />
Familia : Felídeos<br />
Ordem : Carnívoros</p>
<p>Fotografia :</p>
<p><figure id="attachment_380" aria-describedby="caption-attachment-380" style="width: 145px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/tigre-bengala.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-380" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/tigre-bengala-155x300.jpg" alt="O tigre de Bengala" width="155" height="300" /></a><figcaption id="caption-attachment-380" class="wp-caption-text">O tigre de Bengala</figcaption></figure></p>
<p>Áreas : Ásia</p>
<p><figure id="attachment_381" aria-describedby="caption-attachment-381" style="width: 290px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/area-tigre-bengala.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-381" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/area-tigre-bengala-300x170.jpg" alt="Áreas onde vivem os Tigres de Bengala" width="300" height="170" /></a><figcaption id="caption-attachment-381" class="wp-caption-text">Áreas onde vivem os Tigres de Bengala</figcaption></figure></p>
<h2>O Leão</h2>
<p>Comprimento : Macho: 260 &#8211; 330 cm / Fêmea: 240 &#8211; 270 cm<br />
Peso : Macho de 150 a 250 Kg / Fêmea de 120 a 185 Kg<br />
Habitat e Distribuição : Savanas da África subsariana e da reserva de Gir (India).<br />
Alimentação : Grandes ungulados, outros vertebrados e carcaças.<br />
Longevidade : Cerca de 15 anos em liberdade e até 30 em cativeiro.<br />
Reprodução : De uma a seis crias (em geral duas ou três), depois de 100 a 120 dias de gestação.<br />
Familia : Felídeos<br />
Ordem : Carnívoros</p>
<p>Fotografia :</p>
<p><figure id="attachment_383" aria-describedby="caption-attachment-383" style="width: 168px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/leao.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-383" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/leao-178x300.jpg" alt="Foto de um Leão" width="178" height="300" /></a><figcaption id="caption-attachment-383" class="wp-caption-text">Foto de um Leão</figcaption></figure></p>
<p>Áreas : África e Ásia</p>
<p><figure id="attachment_384" aria-describedby="caption-attachment-384" style="width: 290px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/areas-leao.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-384" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/areas-leao-300x162.jpg" alt="Países onde vive o Leão" width="300" height="162" /></a><figcaption id="caption-attachment-384" class="wp-caption-text">Países onde vive o Leão</figcaption></figure></p>
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		<title>Lista dos peixes mais utilizados nos aquários tropicais de água doce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2015 08:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Featured]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça a lista dos peixes mais vulgares para aquários tropicais de água doce. Quando falamos de aquários tropicais, estamos a falar de aquários com um sistema de aquecimento para a água e que só contem peixes de agua doce. Cada tipo de aquário tem as suas próprias vantagens e inconvenientes e é claro que os ... <a title="Lista dos peixes mais utilizados nos aquários tropicais de água doce" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/peixes-agua-doce/" aria-label="Mais sobre Lista dos peixes mais utilizados nos aquários tropicais de água doce">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Conheça a lista dos <strong>peixes mais vulgares para aquários tropicais de água doce</strong>. Quando falamos de aquários tropicais, estamos a falar de aquários com um sistema de aquecimento para a água e que só contem peixes de agua doce.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1487" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/Lista-dos-19-melhores-peixes-de-água-doce.png" alt="Lista dos 19 melhores peixes de água doce" width="800" height="452" /></p>
<p>Cada tipo de aquário tem as suas próprias vantagens e inconvenientes e é claro que os peixes são de espécies diferentes.</p>
<h2>Aqui fica uma lista de 19 peixes de agua quente</h2>
<p>Vamos distinguir os peixes em 4 grandes categorias:</p>
<ul>
<li>Ciprinídeos</li>
<li>Caracídeos</li>
<li>Ciclídeos</li>
<li>Pangacídeos</li>
</ul>
<h2>Ciprinídeos (Cyprinidae)</h2>
<h3>Barbo Tigre &#8211; Barbus tetrazona</h3>
<p>Origem: Sumatra, Bornéu.<br />Comprimento: Até 7 cm.<br />Água: Pouco mineralizada, ligeiramente ácida.<br />Diformismo Sexual: O macho tem o ventre menos arredondado do que a fêmea e é mais colorido.<br />Coloração: Amarelo dourado, tornando-se mais claro na parte ventral. Quatro fixas verticais pretas. Parte superior dorsal vermelha. Caudal e dorsais vermelhas. Focinho rubro.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/barbo-tigre.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-336" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/barbo-tigre.jpg" alt="Barbo tigre" width="115" height="88" /></a>Bastante agressivos. Devem ser conservados em <strong>grupos numerosos</strong>, pois assim tornam-se mais amistosos, tanto entre eles como em relação aos outros peixes. É sensível à poluição da água. Para a sua reprodução, convém utilizar uma água um pouco menos mineralizada do que a de um aquário comunitário. Em água dura, os ovos têm a tendência a não se desenvolverem bem. O número de ovos pode ser da ordem dos 200 a 600 e eclodem entre 30 a 37 horas, a 28º C. Dois dias mais tarde, começam a nadar.</p>
<h3>Cauda-de-Fogo &#8211; Labeo Bicolor</h3>
<p>Origem: Tailândia<br />Comprimento: Até 15 cm.<br />Água: Não muito mineralizada e ligeiramente alcalina; 22-28°C.<br />Diformismo sexual: As fêmeas são mais robustas.<br />Coloração: Corpo preto e cauda vermelha.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/cauda-do-fogo.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-339" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/cauda-do-fogo.jpg" alt="Cauda-de-Fogo" width="115" height="79" /></a>O seu <strong>aquário deve ser pouco iluminado</strong> e apresentar bastantes &#8220;esconderijos&#8221;. É um comedor de algas e como tal, auxiliar na limpeza do aquário. Entre si, são um pouco belicosos, mas para com os outros peixes, são geralmente inofensivos. A sua reprodução parece só ter sido conseguida por comerciantes tailandeses e em tanques exteriores.</p>
<h3>Rabora Arlequim &#8211; Rasbora heteromorfa</h3>
<p>Origem: Malásia, Tailândia, Sumatra.<br />Comprimento: Até 4 cm.<br />Água: Muito pouco mineralizada e ligeiramente ácida. 27-28°C.<br />Diformismo Sexual: O macho tem o ventre menos arredondado do que a fêmea e apresenta uma linha dourada na parte superior do triângulo.<br />Coloração: Parte anterior do corpo castanho avermelhado. Na metade posterior apresenta um triângulo azul-escuro. Barbatana dorsal e caudal carmim na base e amareladas nos bordos.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/rasbora-arlequim.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-333" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/rasbora-arlequim-300x195.jpg" alt="Rabora Arlequim" width="115" height="75" /></a>Este <strong>peixe é inofensivo</strong>, mesmo para outros bastante menores. Convém ter um pequeno grupo. A reprodução não é fácil e exige uma água francamente doce (até 4º dh) e bastante ácida (ph 5,5 &#8211; 6,5). A postura é efetuada na parte inferior da folha de uma planta, para o que os reprodutores se invertem totalmente. Os ovos, cujo número chega a 300 eclodem entre 24 e 48 horas. Durante este tempo, o aquário deve estar na obscuridade. Os alevins começam a nadar ao fim de 4 dias.</p>
<h2>Caracídeos (Characidae)</h2>
<h3>Cardinal &#8211; Hyphessobrycon axerlodi</h3>
<p>Origem: Parte superior do rio negro.<br />Comprimento: Até 5 cm.<br />Água: pouco mineralizada e ácida; 23-30°C.<br />Diformismo Sexua: O macho é mais esguio.<br />Coloração: Parte superior do corpo acastanhada, ventre vermelho luminoso. Faixa horizontal azul metalizada.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/cardinal.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-338" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/cardinal.jpg" alt="Cardinal " width="115" height="53" /></a>Inofensivo. É aconselhável dar-lhe um <strong>aquário pouco iluminado e bem plantado</strong>. Por vezes, é atacado por uma doença designada por &#8220;plistophora&#8221;, cujo principal sintoma é a descoloração da faixa azul. Para a sua reprodução, deve utilizar-se uma água de dureza entre 1 e 4 dh e de ph 6,3 a 6,8. Os ovos são semi-adesivos e muito sensíveis à luz. A eclosão dá-se em 24 horas.</p>
<h3>Néon &#8211; Hyphessobrycon innesi</h3>
<p>Origem: Amazonas Peruviano.<br />Comprimento: Até 4 cm.<br />Água: Ligeiramente ácida e pouco mineralizada. 21-28°C.<br />Diformismo sexual: A fêmea tem o perfil do ventre mais arredondado.<br />Coloração: Dorso acinzentado, ventre prateado. Faixa azul metalizada desde o olho até à barbatana adiposa. Banda vermelha luminosa desde o início da anal até ao pedúnculo caudal.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/neon.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-346" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/neon.jpg" alt="Néon" width="115" height="59" /></a>É inofensivo. É aconselhável dar-lhe um <strong>aquário pouco iluminado e bem plantado</strong>. Por vezes, é atacado por uma doença designada por &#8220;plistophora&#8221;, cujo principal sintoma é a descoloração da faixa azul. Para a sua reprodução deve utilizar-se uma água de dureza entre 1 e 4 dh e de ph 6,3 a 6,8. Os ovos são semi-adesivos e muito sensíveis à luz. A eclosão dá-se em 24 horas.</p>
<h3>Gracilis &#8211; Hemigrammus gracilis</h3>
<p>Origem: Da Guiana até Paraguai<br />Comprimento: Até 4,5 cm.<br />Água: Pouco mineralizada e ligeiramente ácida; 23 a 27°C.<br />Diformismo sexual: Pouco aparente. Só na época de reprodução a fêmea apresenta o ventre mais arredondado.<br />Coloração: Esverdeado e translúcido, com uma faixa horizontal vermelho luminoso que vai da parte superior do olho até ao pedúnculo caudal.</p>
<p><strong><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/gracilis.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-343" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/gracilis-300x197.jpg" alt="Gracilis" width="115" height="76" /></a>Bastante pacífico</strong>, deve ser conservado em grupos num aquário bem plantado, para mostrar melhor o seu colorido. A reprodução requer um pouco de experiência. Os ovos, como os muitos outros Caracídeos, não devem apanhar luz e eclodem em três dias.</p>
<h3>Peixe-lápis de três faixas &#8211; Nannostomus trifasciatus</h3>
<p>Origem: Guiana Britânica, médio Amazonas, Rio Negro.<br />Comprimento: Até 6 cm.<br />Água: pouco mineralizada e ácida; 23-28°C.<br />Diformismo sexual: Fêmea menos colorida e com o ventre arredondado.<br />Coloração: Dorso castanho claro, passando a branco no ventre. Três faixas pretas horizontais. Tem também manchas vermelhas na base das barbatanas ímpares.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/peixe-lapis.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-331" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/peixe-lapis-300x197.jpg" alt="Peixe-lápis de três faixas" width="115" height="76" /></a>Convém dar-lhe um aquário bem plantado e povoado de espécies pequenas. A sua reprodução é difícil. Deve utilizar-se água muito pouco mineralizada e ácida. Os ovos, em pequeno número, eclodem em 24 horas a 27°C.</p>
<h3>Olho-de-fogo &#8211; Hemigrammus ocelifer</h3>
<p>Origem: Região setentrional da América do Sul.<br />Comprimento: Até 4,5 cm.<br />Água: Pouco mineralizada &#8211; 23-28°C<br />Coloração: Corpo esverdeado prateado. Mancha preta no pedúnculo caudal. Parte superior da íris e do pedúnculo caudal vermelhos. Primeiro raio das barbatanas dorsal e anal branco.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/olho-de-fogo.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-347" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/olho-de-fogo.jpg" alt="Olho-de-fogo" width="115" height="65" /></a>Ideal para um <a href="https://www.studio8a.pt/aquario/">aquário comunitário</a>. Bastante pacífico, deve ser conservado em grupos e num aquário bem plantado, para mostrar melhor o seu colorido. A reprodução é relativamente fácil: os ovos não devem apanhar luz e eclodem entre 48 a 60 horas, a 26°C.</p>
<h3>Tetra Imperador &#8211; Nematobrycon palmeri</h3>
<p>Origem: Região setentatorial da América do Sul: Colômbia.<br />Comprimento: Até 6 cm.<br />Água: Ligeiramente Ácida e pouco mineralizada; 23-28º C.<br />Diformismo Sexual: Macho mais colorido e com os primeiros raios da dorsal e anal mais desenvolvido.<br />Coloração: Dorso castanho-escuro, passando a amarelo no ventre. Faixa horizontal azul-escuro, passando a amarelo no ventre. Faixa horizontal azul luminosa. Barbatanas amarelam.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/tetra-imperador.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-334" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/tetra-imperador-300x207.jpg" alt="Tetra Imperador" width="115" height="79" /></a>Pacífico, tem preferência por se agrupar em pares, em vez de se juntar em cardumes. A sua reprodução não é fácil e necessita de uma água pouco mineralizada e ácida. A temperatura deve ser de 24 a 26º C. Os ovos são conservados na escuridão total.</p>
<h2>Ciclídeos (Cichlidae)</h2>
<h3>Peixe-Anjo, Escalar</h3>
<p>Origem: Bacia do Amazonas.<br />Comprimento: Até 10 cm.<br />Água: Medianamente mineralizada e um pouco ácida; 23-30°C.<br />Coloração: Prateado com quatro faixas pretas verticais. Existem algumas variedades, das quais as mais conhecidas são o &#8220;fantasma&#8221;, o &#8220;dourado&#8221; e o &#8220;preto&#8221;.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/escalar.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-340" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/escalar-165x300.jpg" alt="Peixe-Anjo" width="115" height="209" /></a>O seu aquário deve ter uma altura compatível com o seu tamanho e apresentar uma boa plantação. Geralmente pouco agressivo, é no entanto <strong>prudente não o juntar a peixes muito pequenos</strong>. Nunca deve, por exemplo, estar junto com o Néon, já que este pequeno peixe é literalmente um petisco para o Escalar. A sua reprodução requer alguns cuidados, tanto na escolha e preparação do casal como na qualidade da água, a qual deve ser um pouco mineralizada e um pouco ácida. A postura é colocada numa folha ou numa pedra mas de preferência em posição perto da vertical. É habitual os reprodutores comerem os ovos, pelo que é de aconselhar uma incubação artificial. A eclosão dá-se em dois dias a 29°C.</p>
<h2>Carpas dentadas vivíparas</h2>
<h3>Espada &#8211; Xiphophorus helleri</h3>
<p>Origem: Sul do México à Guatemala.<br />Comprimento: Até 12 cm.<br />Água: Medianamente dura e alcalina; 22-27°C<br />Diformismo sexual: No macho, a parte inferior da caudal tem um longo prolongamento. Também se distingue pelo gonopódio.<br />Coloração: As espécies selvagens são verdes, mas forma criadas as mais diferentes variedades de coloração.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/espada.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-341" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/espada-300x215.jpg" alt="Espada" width="115" height="82" /></a>São peixes pacíficos e resistentes. Por vezes mudam de sexo; geralmente são as fêmeas que passam a machos férteis. Dada a semelhança dos gonopódios, é possível o cruzamento com os Platys. Em todas as fêmeas é visível uma mancha escura de gravidez na parte traseira do corpo. É muito decorativo para um aquário comunitário.</p>
<h3>Guppy &#8211; Lebistes reticulatus</h3>
<p>Origem: Norte da América do Sul<br />Comprimento: Macho 3 cm e fêmea 6 cm.<br />Água: Limpa e ligeiramente alcalina; 21-30°C<br />Diformismo Sexual: Macho mais colorido, de menor tamanho e com gonopódio.<br />Coloração: As espécies selvagens são castanhas acinzentadas. As variedades selecionadas têm as mais variadas cores e formas de barbatanas.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/guppys.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-344" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/guppys-300x288.jpg" alt="Guppy" width="115" height="110" /></a>É indiscutivelmente o peixe mais popular na aquariofilia. E tem boas razões para isso: é resistente, pequeno, pacífico. Colorido e de reprodução mais que fácil. Bastantes aquariófilos dedicam-se totalmente aos Guppys, desenvolvendo variedades com as mais diversas colorações e formas de barbatanas (lira, véu, espada, etc.). Reproduz-se pelo menos uma vez por mês.</p>
<h3>Molly Velifera &#8211; Mollinesia velifera ou latipinna</h3>
<p>Origem: E. U. A., da Carolina até ao Yucatan.<br />Comprimento: Até 12 cm (embora costume ser mais pequeno no aquário).<br />Água: Alcalina, com um pouco de sal (uma colher de chá de sal por cada 10 litros de água do aquário); 24-30°C.<br />Diformismo Sexual: Macho mais esguio, com gonopódio e a barbatana dorsal maior.<br />Coloração: Quando selvagem, com o dorso acastanhado e flancos esverdeados, com fileiras de pontos vermelhos.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/molinesia-lapitina.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-345" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/molinesia-lapitina.jpg" alt="Molly Velifera" width="115" height="78" /></a>São geralmente pacíficos para as outras espécies. Os machos, quando intimidados, ficam de barbatanas abertas. Reproduzem-se com facilidade, e uma fêmea grande pode ter até 120 crias por postura. Os machos, e em particular os selvagens, desenvolvem barbatanas dorsais em forma de vela, usualmente mantidas eretas com rigidez.</p>
<h3>Platy &#8211; Xiphophorus maculatus</h3>
<p>Origem: Sul do México, na Guatemala e nas Honduras.<br />Comprimento: Macho, até 4 cm; as fêmeas são um pouco maiores (até 6 cm).<br />Água: Medianamente dura e alcalina; 22-28°C.<br />Diformismo sexual: O macho tem gonopódio.<br />Coloração: Tem as mais variadas colorações.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/platys.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-332" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/platys-300x289.jpg" alt="Platy" width="115" height="111" /></a>São peixes pacíficos e resistentes. Por vezes mudam de sexo; geralmente são as fêmeas que passam a machos férteis. Dada a semelhança dos gonopódios, é possível o cruzamento com os Platys. Em todas as fêmeas é visível uma mancha escura de gravidez na parte traseira do corpo. É muito decorativo para um aquário comunitário.</p>
<h2>Peixes-labirinto</h2>
<h3>Betta, Combatente &#8211; Betta splendens</h3>
<p>Origem: Tailândia, Malásia.<br />Comprimento: Até 10 cm.<br />Água: De preferência velha; 23-32°C.<br />Diformismo Sexual: Os machos são mais coloridos e têm as barbatanas maiores.<br />Coloração: Foram desenvolvidas muitas variedades: verdes, azuis, vermelhos&#8230;</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/beta.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-337" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/beta.jpg" alt="Betta" width="115" height="90" /></a>Gostam de um aquário com água velha e com plantas flutuantes. São agressivos, tanto entre si como para os outros peixes. Os <em>machos lutam inevitavelmente entre si</em>, de barbatanas distendidas e opérculos abertos, pelo que são utilizados no Oriente em lutas organizadas, onde se fazem apostas avultadas. A coloração vistosa e as barbatanas grandes foram conseguidas através de seleção e não existem nos exemplares selvagens. A sua reprodução é fácil: basta ter um macho e uma fêmea compatível. O macho faz um ninho de bolha à superfície, onde são colocados os ovos, em número de 300 a 500. A eclosão dá-se em 30 a 40 horas a 30°C e os alevins mantêm-se no ninho durante os três dias de reabsorção do saco vitelino.</p>
<h3>Gourami anão &#8211; Colisa laila</h3>
<p>Origem: Índia.<br />Comprimento: Até 6 cm.<br />Água: Medianamente mineralizada e neutra; 22-30°C.<br />Diformismo Sexual: O macho é bastante mais colorido.<br />Coloração: No macho, faixas alternadas vermelhas e azuis, em diagonal. Na fêmea, faixas castanhas em diagonal sobre fundo mais claro.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/gourami-anao.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-349" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/gourami-anao.jpg" alt="Gourami anão" width="115" height="78" /></a>Gosta de um aquário bem plantado e recebendo alguma luz solar. É conveniente juntar alguns vegetais ao seu regime alimentar, para que não mordisque as plantas mais tenras. São geralmente pacíficos para os companheiros de cativeiro. A sua reprodução é fácil e não necessita de um aquário muito grande. O macho faz um ninho de bolhas à superfície, reforçado por fragmentos vegetais, sendo por vezes ajudado nesta tarefa pela fêmea. Os ovos, guardados pelo macho, eclodem em 24 horas a 28º C e passados 2 a 3 dias os alevins já nadam.</p>
<h2>Gourami Pérola &#8211; Trichogaster leeri</h2>
<p>Origem: Malásia, Sumatra, Bornéu, Tailândia.<br />Comprimento: Até 12 cm.<br />Agua: pouco mineralizada e ligeiramente ácida; 23-30°C.<br />Diformismo Sexual: O macho é mais colorido e com a dorsal maior e pontiaguda na parte posterior.<br />Coloração: Corpo prateado azulado com pontos pérola. Uma linha horizontal preta desde a boca até ao pedúnculo caudal.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/gourami-perola.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-342" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/gourami-perola-300x197.jpg" alt="Gourami Pérola" width="115" height="75" /></a>Este peixe é um pouco sensível e enquanto pequeno é geralmente pacífico. O seu aquário deve ter a luz filtrada por plantas de superfície. A sua reprodução não é muito fácil. O macho faz um ninho de bolhas à superfície e guarda os ovos, cujo número pode chegar a 2000. A eclosão dá-se em 28 horas, a 28-29°C.</p>
<h2>Peixes-gato</h2>
<h3>Peixe-Gato de Adolfo &#8211; Corydoras adolfi</h3>
<p>Origem: Nos braços de água límpida do Rio Negro, Brasil<br />Comprimento: Até 5 cm.<br />Diformismo sexual: As fêmeas adquirem uma forma ligeiramente mais robusta quando transportam os ovos.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/peixe-gato-esmeralda.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-348" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/peixe-gato-esmeralda.jpg" alt=" Peixe-Gato" width="115" height="61" /></a>Uma das espécies <strong>mais bonitas dos Corydoras</strong>, distingue-se pelo elevado preço a que é comercializado. É um peixe pacífico, ideal para aquários comunitários. É relativamente fácil de reproduzir, depositando os ovos ao acaso.</p>
<h2>Pangacídeos</h2>
<h3>Tubarão Martelo &#8211; Pangasius sutchi</h3>
<p>Origem: Grandes rios da Tailândia.<br />Comprimento: Até 45 cm.<br />Diformismo Sexual: Os machos têm riscas mais escuras e são mais delgados do que as fêmeas.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/tubarao-martelo.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-335" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/10/tubarao-martelo.jpg" alt="Tubarão Martelo" width="115" height="67" /></a>A sua reprodução em cativeiro é desconhecida. São quase sempre instalados isoladamente no aquário, o que não encoraja a sua adaptação em cativeiro. Estes peixes vivem em cardumes numerosos nos maiores rios asiáticos, especialmente em zonas onde existem rápidos. Em cativeiro podem tornar-se muito nervosos, causando grandes danos a si próprios, pois investem contra a tampa e as paredes laterais do aquário quando são perturbados. É um peixe apenas para aquários de grandes dimensões.</p>
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<div class="schema-faq wp-block-yoast-faq-block"><div class="schema-faq-section"><strong class="schema-faq-question">Qual a temperatura ideal para o aquário de água doce? </strong> <p class="schema-faq-answer">A temperatura da água ideal para os peixes de agua doce depende de cada espécie, mas em geral ela oscila entre os 21° e 25°C.</p> </div> </div>
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		<title>Este fotógrafo mostra-nos a quantidade de plástico ingerido pelas aves marinhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2014 12:55:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chris Jordan, um fotógrafo americano, mostra nos através das suas fotografias um dos efeitos da poluição dos oceanos: a morte dos animais. &#160; Estas fotografias são pungentes, vemos os cadáveres de aves marinhas que engolirão, ao longo de suas vidas, plásticos lançados no oceano pelo homem. Quando um animal engole plástico, isso acaba por bloquear ... <a title="Este fotógrafo mostra-nos a quantidade de plástico ingerido pelas aves marinhas" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/este-fotografo-mostra-nos-quantidade-de-plastico-ingerido-pelas-aves-marinhas/" aria-label="Mais sobre Este fotógrafo mostra-nos a quantidade de plástico ingerido pelas aves marinhas">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chris Jordan, um fotógrafo americano, mostra nos através das suas fotografias um dos efeitos da poluição dos oceanos: a morte dos animais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2014/05/pasaro.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-184 aligncenter" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2014/05/pasaro-300x265.jpg" alt="Aves Marinhas" width="300" height="265" /></a></p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2014/05/aves-marinhas.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-186 aligncenter" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2014/05/aves-marinhas-300x224.jpg" alt="aves marinhas" width="300" height="224" /></a></p>
<p>Estas fotografias são pungentes, vemos os cadáveres de aves marinhas que engolirão, ao longo de suas vidas, plásticos lançados no oceano pelo homem. Quando um animal engole plástico, isso acaba por bloquear o seu sistema digestivo e leva subsequentemente à morte das aves marinhas.</p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.studio8a.pt/este-fotografo-mostra-nos-quantidade-de-plastico-ingerido-pelas-aves-marinhas/">Este fotógrafo mostra-nos a quantidade de plástico ingerido pelas aves marinhas</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.studio8a.pt">Studio</a>.</p>
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