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	<title>Planeta &#8211; Studio</title>
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		<title>O que é a camada de ozônio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2015 15:27:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste projeto procuramos falar o máximo possível, sobre as informações disponíveis acerca da camada de ozônio, buscando respostas às seguintes questões: O que é a camada de ozônio e onde se localiza? Qual a influência da camada de ozônio na vida do planeta? Que produtos resultantes da ação do homem causam sua destruição, alterando suas ... <a title="O que é a camada de ozônio" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/o-que-e-a-camada-de-ozonio/" aria-label="Mais sobre O que é a camada de ozônio">Ler mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste projeto procuramos falar o máximo possível, sobre as informações disponíveis acerca da camada de ozônio, buscando respostas às seguintes questões:</p>
<ul>
<li>O que é a camada de ozônio e onde se localiza?</li>
<li>Qual a influência da camada de ozônio na vida do planeta?</li>
<li>Que produtos resultantes da ação do homem causam sua destruição, alterando suas características de proteção?</li>
<li>O que podemos fazer para diminuir, senão acabar com a agressão à camada de ozônio?</li>
</ul>
<p>Informamos que a equipe trabalhou com material obtido em periódicos científicos (como a revista Globo Ciência), livros relacionados ao tema e material obtido via Internet (ver links no final do trabalho).</p>
<h2>O que é a camada de ozônio?</h2>
<p>A camada de ozônio é uma &#8220;faixa&#8221; de gás que envolve a Terra e a protege de vários tipos de radiações. A camada de ozônio é formada por uma espécie de composto de oxigênio. O ozônio é formado por três átomos de oxigênio, e sua fórmula química é O3. O oxigênio presente no ar é formado por dois átomos de oxigênio (O2). A camada de ozônio fica na estratosfera, uma região da atmosfera terrestre.</p>
 O que é a camada de ozonio?
<h2>A atmosfera terrestre</h2>
<p>A atmosfera é uma massa gasosa que envolve a Terra. É constituída basicamente por oxigênio e nitrogênio, contendo ainda outros gases em menores quantidades. A concentração do gás ozônio na atmosfera terrestre começa a aumentar rapidamente a partir de 10 km de altitude e atinge o nível máximo entre 25 e 30 km. A partir daí a concentração diminui. A maior concentração de ozônio se encontra na estratosfera. Embora essa camada não seja bem definida e delimitada, podemos dizer que ela se encontra a 10 km acima do nível do mar e se estende até 30 km de altitude.</p>
<figure id="attachment_592" aria-describedby="caption-attachment-592" style="width: 161px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/atmosfera.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-592" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/atmosfera.jpg" alt="A atmosfera" width="171" height="489" /></a><figcaption id="caption-attachment-592" class="wp-caption-text">A atmosfera</figcaption></figure>
<h2>A radiação ultravioleta</h2>
<p>Os raios ultravioleta (UV) são ondas semelhantes às ondas luminosas, provenientes do Sol, porém invisíveis ao olho humano. Encontram-se exatamente acima do extremo violeta do espectro da luz visível. A camada de ozônio nos protege do superaquecimento e da exposição aos raios ultravioleta, que em excesso prejudicam os seres vivos. Uma parte dos raios ultravioletas é filtrada pela camada de ozônio, e o restante atinge a superfície terrestre. Está provado que muita radiação ultravioleta (ou UV), é prejudicial para os organismos vivos, a ponto de comprometer a existência da vida como conhecemos. Quando absorvida em excesso, essa energia é capaz de provocar alterações genéticas, câncer de pele, catarata e até a perda total das defesas naturais dos seres vivos.</p>
<figure id="attachment_593" aria-describedby="caption-attachment-593" style="width: 348px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/raios.gif"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-593" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/raios.gif" alt="Os raios ultravioleta (UV)" width="358" height="167" /></a><figcaption id="caption-attachment-593" class="wp-caption-text">Os raios ultravioleta (UV)</figcaption></figure>
<h2>Substâncias nocivas à camada de ozônio</h2>
<p>A partir do final do século XIX, devido ao desenvolvimento industrial, passaram a ser utilizados produtos que emitem CFC (um gás formado por cloro, flúor e carbono). Esse gás espalha-se pela atmosfera, e ao chegar na camada de ozônio destrói as moléculas que a formam.</p>
<p>Com a destruição dessa camada, a quantidade de raios ultravioletas que chegam à terra fica sensivelmente aumentada. O CFC é usado como propelente nas embalagens do tipo spray. Colocado no recipiente sob alta pressão, ao se apertar a válvula o gás sai e carrega junto o produto. No Brasil, como ocorre em vários países desenvolvidos, esse gás nocivo acaba de ser totalmente substituído nos aerossóis. Em seu lugar vai uma mistura de propano e butano, principais componentes do gás liquefeito de petróleo (gás de cozinha e de isqueiro). Essa mistura, ao contrário do CFC, não revelou ter efeitos destrutivos sobre a camada de ozônio, e quando devidamente purificada não tem cheiro. O próximo passo é a substituição do CFC utilizado em geladeiras.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/SPRAY.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-594 aligncenter" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/SPRAY.jpg" alt="SPRAY" width="274" height="283" /></a></p>
<h2>Como ocorre a destruição?</h2>
<p>O CFC, após ser liberado, passa intacto pela troposfera até chegar na estratosfera, encontrando a camada de ozônio. Lá existe também uma grande quantidade de radiação ultravioleta. Os raios ultravioleta quebram as partículas de CFC, liberando o átomo de cloro. Esse átomo então rompe a molécula de ozônio. Essa reação pode se repetir muitas e muitas vezes, destruindo a camada.<br />
Nas últimas décadas tentou-se evitar ao máximo a utilização do CFC, porém sem um resultado expressivo. Deste modo o buraco na camada de ozônio continua aumentando, o que cada vez mais preocupa a população do mundo todo. A ineficiência das tentativas de diminuir a produção de CFC no mundo, devido à dificuldade de substituir esse gás principalmente nos refrigeradores faz com que o buraco da camada continue aumentando. Um exemplo do fracasso de uma tentativa de eliminar a produção de CFC no mundo foi a dos Estados Unidos, o maior produtor deste gás em todo o planeta.</p>
<p><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/Destruicao-Camada-Ozonio.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-595" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/Destruicao-Camada-Ozonio.jpg" alt="Destruicao-Camada-Ozonio" width="245" height="308" /></a> <a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/Destruicao-Camada.jpg"><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-596" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/Destruicao-Camada.jpg" alt="Destruicao-Camada" width="244" height="308" /></a></p>
<h2>Onde fica o buraco na camada de ozônio?</h2>
<p>A poluição produzida por todo o planeta é espalhada pelas correntes de vento. Assim, toda a atmosfera é atingida, inclusive a da Antártida. Porém, devido à baixas temperaturas, a poluição não circula para fora da Antártida, concentrando-se naquela região. O longo inverno (com poucos raios solares) faz com que o CFC se acumule. Quando chega o verão, os raios do Sol (ou seja, a radiação ultravioleta) começam a quebrar o CFC liberando grandes quantidades de cloro na atmosfera, que destroem rapidamente o ozônio, criando o buraco. Por isso a região mais afetada encontra-se na Antártida.</p>
<p>A camada de ozônio também diminui em outras regiões do mundo, porém não tanto quanto na Antártida.</p>
<figure id="attachment_597" aria-describedby="caption-attachment-597" style="width: 374px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/Buraco-camada-ozônio.gif"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-597" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/Buraco-camada-ozônio.gif" alt="Buraco na camada de ozônio" width="384" height="372" /></a><figcaption id="caption-attachment-597" class="wp-caption-text">Buraco na camada de ozônio</figcaption></figure>
<p>Aqui temos uma visão diferente da Terra: imagine que você está &#8220;por baixo&#8221; do planeta; a região central corresponde à Antártida (pólo sul). A mancha azul bem ao centro indica as áreas mais afetadas pela redução dos níveis de ozônio.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Camada de ozônio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Manuel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2015 14:58:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Situada na estratosfera, entre os quilómetros 20 e 35 de altitude, a camada de ozônio tem cerca de 15 km de espessura. Sua constituição, há cerca de 400 milhões de anos, permitiu o desenvolvimento de vida na Terra, já que o ozônio, um gás rarefeito cujas moléculas se compõem de três átomos de oxigênio, impede ... <a title="Camada de ozônio" class="read-more" href="https://www.studio8a.pt/camada-de-ozonio/" aria-label="Mais sobre Camada de ozônio">Ler mais</a></p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://www.studio8a.pt/camada-de-ozonio/">Camada de ozônio</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.studio8a.pt">Studio</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Situada na estratosfera, entre os quilómetros 20 e 35 de altitude, <strong>a <a href="https://www.studio8a.pt/o-que-e-a-camada-de-ozonio/">camada de ozônio</a> tem cerca de 15 km de espessura</strong>. Sua constituição, há cerca de 400 milhões de anos, permitiu o desenvolvimento de vida na Terra, já que o ozônio, um gás rarefeito cujas moléculas se compõem de três átomos de oxigênio, impede a passagem de grande parte da radiação ultravioleta emitida pelo Sol.</p>
<h2>Redução da camada</h2>
<p>Como a composição da atmosfera nessa altitude é bastante estável, a camada de ozônio manteve-se inalterada por milhões de anos. Nas últimas décadas, entretanto, vem ocorrendo uma diminuição na concentração de ozônio, causada pela emissão de poluentes na atmosfera. O maior responsável é o cloro presente em clorofluorcarbonetos (CFCs). Ele é utilizado como propelente de sprays, em embalagens de plástico, chips de computador, solventes para a indústria eletrônica e, especialmente, em aparelhos de refrigeração, como geladeira e ar-condicionado. A relação entre o CFC e a diminuição da camada de ozônio começa a ser discutida em 1974 pelo químico norte-americano Frank Rowland (1927-) e pelo mexicano Mario Molina (1943-), ambos ganhadores do Prêmio Nobel de Química de 1995. Dez anos depois, em 1984, é detetado um buraco na camada de ozônio sobre a Antártica, cuja extensão, 7.000.000 km², supera as previsões mais pessimistas.</p>
<figure id="attachment_589" aria-describedby="caption-attachment-589" style="width: 290px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/camada-ozonio.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-589 size-medium" src="https://www.studio8a.pt/wp-content/uploads/2015/11/camada-ozonio-300x225.jpg" alt="Buraco na camada de Ozonio" width="300" height="225" /></a><figcaption id="caption-attachment-589" class="wp-caption-text">Buraco na camada de Ozonio</figcaption></figure>
<p>Um novo inimigo é descoberto em 1992: o brometo de metila, um inseticida usado em plantações de tomate e morango, que existe em quantidade bem menor que o CFC, mas é 50 vezes mais prejudicial. Calcula-se que o bromo encontrado no brometo de metila seja responsável por 5% a 10% do total da destruição da camada de ozônio no mundo.</p>
<h2>Consequências</h2>
<p>A <strong>redução da camada de ozônio causa maior incidência dos raios ultravioleta, o que diminui a capacidade de fotossíntese nos vegetais e afeta as espécies animais</strong>. Nos seres humanos compromete a resistência do sistema imunológico e causa câncer de pele e doenças oculares, como a catarata. Políticas ambientais – Em 1987, 24 países assinam o Protocolo de Montreal, no Canadá, comprometendo-se a restringir à metade a produção de CFC até 1999. Em junho de 1990, a ONU determina o fim gradativo da fabricação de CFC até o ano 2010. No mesmo ano é criado o Programa Brasileiro de Eliminação da Produção e Consumo das Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio, que pretende acabar com o uso de CFC no país até 2001. Entre 1988 e 1995, a utilização de CFC cai 76% no mundo inteiro. Os Estados Unidos, em 1994, substituem totalmente o produto, assim como vários países europeus. O Brasil reduz sua utilização em 31%. Mas, como o CFC leva anos para chegar à estratosfera, estima-se que a camada de ozônio só vai começar a se recuperar no final da década e não será totalmente reconstituída antes de um século.</p>
<h2>Antártica</h2>
<p>Aproximadamente 90% das geleiras do mundo estão na Antártica . O continente é coberto por uma grossa camada de gelo que supera 4 mil m de espessura em alguns pontos. No inverno, sua superfície gelada é duplicada pelo congelamento dos oceanos. Essas calotas polares são muito importantes para o equilíbrio ambiental do planeta: além de concentrar cerca de 70% das reservas de água doce da Terra, interferem no nível dos oceanos em virtude das variações em sua extensão e espessura. Na região existem estações de pesquisa de vários países, ocupadas periodicamente por cientistas. O clima severo não permite, porém, que abriguem moradores permanentes. A Antártica também é bastante procurada pelos apreciadores do turismo de aventura, interessados em sua paisagem singular e em sua rica fauna marinha, como os pingüins, as focas, os elefantes-marinhos e as baleias. A redução significativa da população de baleias motivou, em 1994, a criação de uma área de preservação, após décadas de pesca comercial predatória.</p>
<h2>Economia</h2>
<p>As atividades na região restringem-se à pesca, regulamentada desde 1982, e à investigação científica em diversas áreas, como geologia, glaciologia, sismologia, meteorologia, biologia e hidrologia. Importantes descobertas têm sido feitas, entre elas a existência de um buraco na camada de ozônio, localizado sobre seu território. Em 1961 entra em vigor o Tratado da Antártica, que internacionaliza o continente e regulamenta o uso exclusivo da região para pesquisas com fins pacíficos. Não são permitidos exercícios militares, testes nucleares e depósitos de lixo radioativo. O tratado é inicialmente assinado por África do Sul, Argentina, Austrália, Bélgica, Chile, EUA, França, Japão, Nova Zelândia, Noruega, Reino Unido e ex-União Soviética. Posteriormente recebe a adesão de mais 30 nações, incluindo o Brasil. O Protocolo de Madri, que entra em vigor em 1991, proíbe por 50 anos a exploração econômica dos recursos minerais da Antártica. A medida é preventiva, já que até hoje não foram encontradas reservas de interesse comercial no continente.</p>
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